Introdução
Histórico
Legislação
Estrutura
Direção
CGPD - Coordenação Geral de Cooperação Técnica entre Países em Desenvolvimento
CGRB - Coordenação Geral de Cooperação Técnica Recebida Bilateral
CGRM - Coordenação Geral de Cooperação Técnica Recebida Multiateral
CGMA - Coordenação-Geral de Cooperação em Agropecuária, Energia, Biocombustíveis e Meio-Ambiente
CGTI - Coordenação-Geral de Cooperação em Tecnologia da Informação, Governança Eletrônica, Defesa Civil, Urbanismo e Transporte
CGDS - Coordenação-Geral de Cooperação em Saúde, Desenvolvimento Social, Educação e Formação Profissional
CGAP - Coordenação Geral de Acompanhamento de Projetos e de Planejamento Administrativo
   
   
Introdução
Países parceiros
Setores beneficiados
Carteira de Projetos e Atividades da CTRB
Orientação geral para apresentação de Projetos
Programa Brasil-Canadá
Programa Brasil-Japão
Programa Brasil-Alemanha
Programa Brasil-Espanha
 

CGRB - Coordenação Geral de Cooperação Técnica Recebida Bilateral

A cooperação técnica recebida bilateral pode ser considerada um instrumento propulsor de mudanças estruturais, visto ter como objetivo a transferência de tecnologia e absorção de conhecimentos que contribuam para o desenvolvimento socio-econômico do país. Os objetivos, a seguir, resumem e descrevem suas principais atividades, quais sejam: aprimorar a capacidade técnica de gerenciamento, monitorar a execução dos projetos, divulgar as oportunidade e resultados da cooperação técnica recebida bilateral, coordenar os programas de cooperação técnica com governos de países industrializados, fortalecer as ações atuais, aprimorar a qualidade do monitoramento dos programas e projetos e aumentar as parcerias com as agências de desenvolvimento internacional, contribuindo no esforço nacional de maximizar as possibilidades e benefícios da cooperação bilateral.

A Cooperação Recebida Bilateral é realizada por meio de consultorias de alto nível, capacitação e treinamento de técnicos brasileiros e, em alguns casos, pela doação de equipamentos de alta tecnologia, com o objetivo final de transferir novos conhecimentos às instituições brasileiras.

Os recursos aportados pelas fontes externas bilaterais são a fundo perdido e correspondem, em média, a 50% do valor da cooperação solicitada. A contrapartida oferecida deve ser, no mínimo, igual ao valor da cooperação solicitada, e deverá ser calculada levando em consideração os gastos com salários da equipe que participará diretamente da execução do projeto, a infra-estrutura colocada à disposição do projeto, os gastos com seminários e estágios, dentre outros insumos.