A cooperação técnica recebida bilateral pode ser considerada um instrumento propulsor de mudanças estruturais, visto ter como objetivo a transferência de tecnologia e absorção de conhecimentos que contribuam para o desenvolvimento socio-econômico do país. Os objetivos, a seguir, resumem e descrevem suas principais atividades, quais sejam: aprimorar a capacidade técnica de gerenciamento, monitorar a execução dos projetos, divulgar as oportunidade e resultados da cooperação técnica recebida bilateral, coordenar os programas de cooperação técnica com governos de países industrializados, fortalecer as ações atuais, aprimorar a qualidade do monitoramento dos programas e projetos e aumentar as parcerias com as agências de desenvolvimento internacional, contribuindo no esforço nacional de maximizar as possibilidades e benefícios da cooperação bilateral.
A Cooperação Recebida Bilateral é realizada por meio de consultorias de alto nível, capacitação e treinamento de técnicos brasileiros e, em alguns casos, pela doação de equipamentos de alta tecnologia, com o objetivo final de transferir novos conhecimentos às instituições brasileiras.
Os recursos aportados pelas fontes externas bilaterais são a fundo perdido e correspondem, em média, a 50% do valor da cooperação solicitada. A contrapartida oferecida deve ser, no mínimo, igual ao valor da cooperação solicitada, e deverá ser calculada levando em consideração os gastos com salários da equipe que participará diretamente da execução do projeto, a infra-estrutura colocada à disposição do projeto, os gastos com seminários e estágios, dentre outros insumos.
Os principais parceiros da cooperação bilateral são: Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Canadá, Itália, Espanha e EUA.
Alocação de recurso por fonte bilateral - dezembro/2006
